

somos uma organização privada de atuação nacional, dedicada a fortalecer respostas
públicas e institucionais para o enfrentamento da violência contra
meninas e mulheres.
Nosso trabalho conecta políticas públicas, empresas privadas e sociedade civil em torno de um mesmo propósito:
prevenir, proteger e repar.
arcreditamos na força do território,
na escuta qualificada e na corresponsabilidade como caminhos para a garantia de direitos e de uma vida segura.
QUEM É
MARIA VIOLETA
da inquietação de uma ASSISTENTE social e de uma psIcÓLoga QUE SE RECUSAM A NATURALIZAR A VIOLÊNCIA, o medo e o silenciamento, que atravessam as vidaS DAS MULHERES DE FORMA NATURALIZADA E CORRIQUEIRA…
Onde o incômodo virou estudo;
o estudo virou trabalho;
e o trabalho virou propósito.
Assim, a ORGANIZAÇÃO maria violeta (org.MAVI) nasceu!!!
Trabalhamos com formações técnicas, PROGRAMAS INTERNOS, PROTOCOLOS, FORMAÇÕES, assessoramento institucional e projetos intersetoriais, com base na legislação vigente e em evidências de boas práticas de gestão, TANTO pública QUANTO PRIVADA. ASSIM, APOIAMOS INSTITUIÇÕES NA IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS SOCIAIS, ORGANIZACIONAIS, COMPLIANCE, ESG, COM O OBJETIVO NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.

LÍDER EXECUTIVA
DIRETORA DE ESTRATÉGIA
E ARTICULAÇÃO
Assistente Social e Jornalista
Sou filha da “mãe solteira” e a neta da “puta”. Jornalista por formação, assistente social por convicção e escritora por incômodo. Mas antes de qualquer qualificação, sou uma mulher que sobreviveu o que enfrento profissionalmente hoje.
Por anos, estive mergulhada no território da violência doméstica. Conheço o ciclo por dentro. Esse tempo da minha vida não me define, mas me direciona — e muito. Transformei cada ferida em ferramenta. Cada trauma em ofício. Cada silêncio em denúncia.
atuo na ponta, dentro da alta complexidade em um CREAS. Coordeno medidas protetivas da Lei Maria da Penha do município. articulo redes. Pressiono sistemas. Planejo políticas públicas com base na escuta, na prática e na urgência de quem já esteve do outro lado.
Não falo sobre violência como quem observa. Falo do meio. Falo a partir. Falo de quem saiu dali. Isso muda tudo. voltei com um propósito: lutar por cada mulher que ainda está lá.
Minha trajetória é feita de escolhas corajosas. Sou formada em Jornalismo e em Serviço Social, pós-graduada em Psicologia e Saúde da Mulher, Direito de Família, Violência Doméstica e com Mestrado em Políticas Sociais pela Unifesp.
também Escrevo livros que questionam as estruturas patriarcais e desconstroem os silenciamentos impostos às mulheres. Minha produção literária cruza experiências pessoais com crítica social. escrevo para criar outras narrativas — em que a mulher não seja o objeto, mas, sim, a autora.
Sou muitas. Falo por mim, mas ecoo outras. Me reconheço em várias.

GESTORA CHEFE
DIRETORA DE DESENVOLVIMENTO
E FORMAÇÃO
Psicóloga
Antes de qualquer coisa que eu venha ser, sou uma mulher — me reconheci como tal mulher que se reconheceu como tal quando no dia em que vivi minha primeira violência de gênero.
Até este dia Não tinha consciência de que meu corpo ocupava, socialmente, um lugar de subgênero — e que para esse lugar, já havia um destino escrito.
fui a menina que não abaixava a cabeça, que questionava o que deveria aceitar ou não. Fui, desde cedo, ensinada que eu era inadequada. Cresci em meio a Marias, mulheres firmes, calejadas. Talvez tenha sido ali que me tornei teimosa, feita de INCÔMODOS.
Ao longo da vida, entendi que minha experiência não era individual: era coletiva, sistemática, repetida. E essa descoberta se transformou em MOVIMENTO.
Sou especialista e pós-graduada em violência doméstica. Atuo na clínica, na pesquisa, na arte. há quase uma década. Já atuei em CRAS, DDM, em atendimentos com mulheres vítimas de violência em rodas de conversa e oficinas temáticas.
Integro também a Delegação Municipal de Mulheres de São José do Rio Preto, em níveis Municipal, Estadual e Nacional; sou voluntária No Coletivo Maria Livre, espaço de enfrentamento à violência doméstica.
Sou artista plástica e dou rosto, cor e vida a histórias de mulheres que são invisíveis aos olhos da sociedade. Meu trabalho é esse: dar forma ao que nos silencia.
Sou — e torço para ser sempre — uma eterna inconformada.
NO SETOR PRIVADO
Ajudamos empresas e organizações a incorporar o tema da violência de gênero e equidade às suas políticas de compliance, ESG e responsabilidade social.
Desenvolvemos programas internos, campanhas, protocolos de acolhimento e formações para equipes. Trabalhamos para promover uma cultura organizacional ética, inclusiva e segura para todas as mulheres e comprometida com os direitos humanos.
NO SETOR PÚBLICO
Apoiamos prefeituras, governos e instituições na implantação de políticas e programas de enfrentamento à violência contra mulheres.
Oferecemos formações técnicas, assessoramento institucional e projetos intersetoriais, com base na legislação vigente e em evidências de boas práticas de gestão pública.
